26 de janeiro de 2013

Oração ao tempo II.

Que nós não percamos a serenidade adquirida no pouco tempo, que se afaste nosso corpo físico mas se mantenham bem próximos coração e alma. E o cuidado.
Que mesmo com dor, nós usemos o equilíbrio pra fechar os buracos da saudade, com carinho.
Obrigada ao Universo por nos ensinar, inspirar e proteger. Ele me protege, eu ensino o pouco que eu sei e vice-versa.
Que o respeito impere nas nossas vidas, por mais que a distância nos crie uma ideia errônea de solidão.
Estamos também agradecidos pela paz, pela ideia fiel de que a felicidade e a força são estados necessários de serem mantidos de pé. E que isso nós temos guardado bem concentrado dentro do peito.
É com veemência que falo em NOSSO nome. Em nome da PAZ.

24 de janeiro de 2013

Escolhas universais.

Eu tive tanta dúvida sobre "se" nós poderíamos ser. E nós fomos. Somos.
Energia nova, movida à evolução. Pura, energia limpa e transparente até então.
Cura e cicatrizante naturais, uma nova perspectiva de paz feita com multiplicação da melhor essência, guardada bem no fundo.
Expansão de mente, alma, corpo e coração.
E nós somos. Muito bem, muito mais do que imaginamos que poderíamos SER.

4 de dezembro de 2012

Ao menos leve uma certeza..

Tão estranho pensar no passado algo que ainda é tão presente. Passando pro papel, perde-se quase toda a doçura da resignação.
Se a fábrica fosse nacional, gostaria de ter um. Pra antes de dormir e ao acordar, afrouxar meu coração... Já que o resto do dia flui bem demais.
A distância também se faz sentir no corpo, falta calor, sobra espaço. E não é qualquer desejo guardado (mesmo que há muito tempo), que ocupa esse vão que fica. Talvez sim, mas o tempo ainda é de outro mundo dentro desse.
Todos os dias ainda, uns cinco segundos são pra desligar de hoje e ligar á umas semanas atrás, onde eu tinha certeza e quando era também certa a evolução e revolução dos sentimentos.
Já são tantos sorrisos, desculpas esfarrapadas, doces e amargos,  que fica divertido. E já já minha fórmula estará pronta.
Só chega de gente rasa e é possível deixar de ter preguiça, com tanta gente maravilhosa andando por aí. Mesmo assim, essa falta me abraça e aperta (um pouco mais de leve) ao deitar e levantar.

24 de novembro de 2012

Já de hora em hora.

Chega uma hora em que agente vê o rosto do outro (de cima), com os olhos apertados de paixão e sorriso... E aprende a apagar a imagem da mente em vinte segundos. E estranha. E acha que desligou a humanidade. Mas é o respeito. E o carinho pela paz interior.

19 de novembro de 2012

Amanhã, paz.

A palavra saudade só existe na nossa língua. Mas dentro dessa sala fria, um alemão bem mais velho que eu, certamente já deve ter se sentido como eu me sinto no momento em que ele me olha.
Você agora existe mais que na minha língua e minha boca toda já sente sua falta.  Talvez essa falta seja pela recém aproximação que me fez reacender uma luzinha la no fundo, onde eu havia trancado e engolido a chave.
Não que eu não acredite mais no amor, é que ainda não se trata dele... Mas de uma paixão leve e mutante, onde houve aproximação, ganho e crescimento interno, me tornando menos complexa, me ensinando a expor, sentir e até escrever de forma mais branda. 
E te ver modificar coisinhas pequenas, te trazer pra um pedaço do meu mundo, me encheu de uma felicidade leve, daquelas que alegram a alma. Demorei, mas encontrei. E foi... como tudo na vida vai, abrindo novos ciclos.
Agora que você vai, meu coração aperta no avião, no trabalho, vendo um filme e eu já sei como isso passa rápido. 
E apesar desse nó nos nossos laços, quem fica é você que me conheceu em partes ainda descontínuas, nossos capítulos de risadas baratas, cobertas,som, calor e carinho (e MUITO mais, porque isso tudo foi muito em tão pouco).

9 de novembro de 2012

Tá bom.

Meu coração e estômago estão apertados. Mas antes que desperte a prepotência de alguém, isso se deve muito mais a  não ter protegido a mim mesma ontem, que qualquer outro acontecimento.
Esclarecido isso, minha letra parece tão bonita olhando no nível do papel que me cega, porque a claridade que bate nele, reluz nos meus olhos (coloridos agora por vários motivos).
Pouca coisa já me distrai da mini-culpa por não ter blindado, mas e aí? Como diria a música: "Aí não há sequer um par pra dividir."
E como eu já pensei antes, se não ter um par agora significar a paz do meu coração (já conquistada com glória), é essa minha escolha, por ora. Porque estar sozinho é bom. E não sinônimo de solidão, já sabe quem adquiriu (ou vem adquirindo) auto-conhecimento, mas dividir, somar e mais que tudo multiplicar, pode ser delicioso.
Porém, no momento esse par desfragmentado além de ter meu carinho, tem também minha preguiça por ser tão incompleto e cheio de conceitos e opiniões a formar.
É como se me pusessem no ensino médio de novo, mas não é mais tão emocionante.

6 de novembro de 2012

Calor.

Unhas na palma da mão e queixo apoiado nos dedos. Mas era tanta beleza que só percebi que a palma estava furada, quando acabaram as lindas imagens dele.
Eu tenho, te trago.

17 de setembro de 2012

Duplos devaneios aleatórios.

Uma delícia é ele já estar tão amorfo aos meus olhos, ainda consigo enxergar algo mas é menos profundo.
A felicidade é um estado, logo, podemos mantê-lo... Me recuso a sair desse estado mesmo diante dos últimos acontecimentos fodidos do coração. Faz bem, né?
Me decifraram sabendo que a conquista melosa não me convence, mas que a beleza sutil das palavras de verdade e o reconhecimento da alma me fazem derreter.
 Estava me preparando pra entrar num estado de letargia da paixão - o que me ocorre sempre que o coração é enganado - e esse texto seria somente sobre como eu gostaria de me aproximar de alguém que estivesse só (pois o excesso quase me fez desistir por tempo limitado)  e de como eu atropelei ou cheguei atrasada no corpo (e coração) de alguém, quando veio me falar com toda a sua sutil sinceridade sobre eu ser um objeto de desejo, mas não no sentido o qual não me faz mover um pensamento e sim "pra você saber que te acho uma exclamação", "você é linda? é. mas eu te vejo como um kinder ovo."  (fiquem sem saber o porquê, mas foi lindo), "a conquista, a conversa, os olhares, o carinho, seriam iguais a andar na praia de tardinha...", entre outras coisas deliciosamente estimulantes de paixões.
Enfim, roubaste o lugar de um amorfo no meu texto, minha desistência e resistência, transformando em mil verdades bonitas minha noite letárgica.

Ps: O texto também é seu 1015, obrigada!

12 de setembro de 2012

Ficou tudo lindo (respirei eu, fundo).

Optaria por agradecer a mim mesma pela paz instantânea concedida ao meu coração.
Novidades são como aprender a ler ou somar, quando se aprende é puro êxtase. Mas com o tempo procura-se (e necessita-se)  de livros e contas mais complexos.
Nesse caso, paixões mais arrebatadoras, substanciais e inteligentemente francas que aprendo - há pouco tempo - a selecionar com mais (e por mais) querência. Se não é livre, já não desperta os laços no meu peito... Se for como agora, sinto até meus pensamentos vazios e preguiçosos pra escrever.
Mas se paro pra pensar e falar só do (auto) bem estar e afirmação da minha alma, escrevo de debaixo das cobertas, palavras fluem, mente flui, o amor floresce e flui, a vida flui na minha serenidade.
Antigamente escreveria como se fosse a voz da experiência. Hoje escrevo crua - o que sou- , pura, consciente, pura, forte, pura e feliz por saber que o transparente sou eu mais do que nunca... Deixo o oculto pra as diferentes interpretações que podem ser feitas sobre meu jovem e curioso coração.