Eu: amor fraterno, ele: também;
Eu: espaço, ele: juntinho. Nós: "sem caber de imaginar";
Eu: intensidade moderada, instaurada pelo amor próprio, ele: me faz voltar a fita até antes das piores feridas. Nós: um dia (lindo) de cada vez;
Eu: minha religião é o bem, ele: tudo. Nós: paz;
Eu: quente, ele: também. Nós: calor;
Eu: ar puro, ele: mar;
Eu: bebo quente, ele: gelado. Nós: dividimos o mesmo copo;
Eu: multidão, ele: par;
Eu: tinta no papel, na parede e mais, ele: também e muito mais. Nós: toda a arte;
Eu: abasteço enquanto ele pinta, ele: comida na cama. Nós: par.
(Tão rápido e sereno) Nós: surpresa, carinho, vontade de voltar rápido, acordo, leveza das certezas, falta de rótulos, presença de amor...pois já entendemos que ele está em cada um, singular, somos completos de amor até em cima.
Muito antes dos encontros: românticos ou não.
5 de novembro de 2013
21 de outubro de 2013
Abram alas para o amor..
Não dá pra viver com medo. Meu medo se esvaiu quando o enxerguei e mais ainda quando percebi minha destreza pra enxergar através dos outros.
O medo alheio afastou o meu medo. O medo alheio me mostrou a falta de oportunidade e desapego.
As pessoas tem tanto medo de apegar-se (a boas outras pessoas e sentimentos), que afastam os próprios presentes que ganham do universo. Sei porque vivi, vivo e ainda viverei esse tipo de situação prolongada.
Ainda há dificuldade em entender o amor e seus significados... só a palavra já causa impacto, assim como o "léxico do amor."
Que os corações e as portas sejam abertos à percepção de que amor é fundamental, até nas pequenas ações materiais e muito (muito!) mais nas relações humanas de afeto, por menores que sejam. Sejamos amor com e para quem vier, sendo assim, nosso melhor. E sem expectativas de retorno mas com a certeza de que seremos merecedores de presentes universais impagáveis.
Corações abertos e corajosos deixam de afastar seres de luz, trazendo o melhor da vida pra perto...sem cobrança, sem apego, sem peso e sem nós. Apenas laços de serenidade.
Exercitemos o desapego a complicações e confusão mental, exercitemos a fraternidade do amor. E escrevo tudo isso baseado na falta de amor romântico, falta a qual respeito e não crio maus sentimentos mais, pois hoje sou puro amor de verdade. Amemos mais e livremente!
http://www.youtube.com/watch?v=LsYeybgQH68
O medo alheio afastou o meu medo. O medo alheio me mostrou a falta de oportunidade e desapego.
As pessoas tem tanto medo de apegar-se (a boas outras pessoas e sentimentos), que afastam os próprios presentes que ganham do universo. Sei porque vivi, vivo e ainda viverei esse tipo de situação prolongada.
Ainda há dificuldade em entender o amor e seus significados... só a palavra já causa impacto, assim como o "léxico do amor."
Que os corações e as portas sejam abertos à percepção de que amor é fundamental, até nas pequenas ações materiais e muito (muito!) mais nas relações humanas de afeto, por menores que sejam. Sejamos amor com e para quem vier, sendo assim, nosso melhor. E sem expectativas de retorno mas com a certeza de que seremos merecedores de presentes universais impagáveis.
Corações abertos e corajosos deixam de afastar seres de luz, trazendo o melhor da vida pra perto...sem cobrança, sem apego, sem peso e sem nós. Apenas laços de serenidade.
Exercitemos o desapego a complicações e confusão mental, exercitemos a fraternidade do amor. E escrevo tudo isso baseado na falta de amor romântico, falta a qual respeito e não crio maus sentimentos mais, pois hoje sou puro amor de verdade. Amemos mais e livremente!
http://www.youtube.com/watch?v=LsYeybgQH68
20 de agosto de 2013
"Poeta, poetinha vagabundo..."
Sei que vou sentir falta dessas tardes embaladas na rede e em seus braços. Devaneando além-corpo com a brisa nos refrescando e a grama a refletir o verde na metade de nós dois.
É o vocabulário dele, a classe, a diplomacia pra sussurrar ao meu ouvido narrando sua mulheres. Tantas, de tantos feitos, feitios e feições. Sucumbo ao ciúme, mas as palavras vem de encontro ao meu rosto a afagá-lo e não posso deixar de ouvir.
Vida tão intensa, peito tão ermo.
Esses homens vidrados no meu gênero me matam por dentro. Se aprofundam no meu ser. Baixo a guarda para os discursos machistas, as crises de realismo, dores, amores despedaçados e voltas. Além de muito.
Sei que vou sentir falta de dormir na rede com os cabelos voando a fazer leves cócegas nas maçãs, enquanto ele se aconchega no meu peito. Eu teria envolvido as tramas.
Ah, Vinícius...
É o vocabulário dele, a classe, a diplomacia pra sussurrar ao meu ouvido narrando sua mulheres. Tantas, de tantos feitos, feitios e feições. Sucumbo ao ciúme, mas as palavras vem de encontro ao meu rosto a afagá-lo e não posso deixar de ouvir.
Vida tão intensa, peito tão ermo.
Esses homens vidrados no meu gênero me matam por dentro. Se aprofundam no meu ser. Baixo a guarda para os discursos machistas, as crises de realismo, dores, amores despedaçados e voltas. Além de muito.
Sei que vou sentir falta de dormir na rede com os cabelos voando a fazer leves cócegas nas maçãs, enquanto ele se aconchega no meu peito. Eu teria envolvido as tramas.
Ah, Vinícius...
12 de agosto de 2013
04/09/2012
Esses dias tenho pensado muito sobre idas e vindas, fechamento de ciclos e etc. Tem gente que sempre esteve, voltando a fazer parte com liberdade. Gente que parecia estar presente mesmo na ausência que agora evapora da minha mente sem dor. E há as novas pessoas que chegam devagarinho, silenciosa e agradavelmente cheias de bem querer (mútuo).
Afinal, quando a gente cresce um pouco começa a ter resignação pra aceitar a abertura de novos ciclos e fechamento dos antigos.. Essa é a vida fluindo natural e como dizia uma amiga muito amada que já não se faz presente: devemos agradecer por todos que entram, mas também pelos que saem da nossa vida. :))
Um abraço forte nos presentes, novos e antigos.
Afinal, quando a gente cresce um pouco começa a ter resignação pra aceitar a abertura de novos ciclos e fechamento dos antigos.. Essa é a vida fluindo natural e como dizia uma amiga muito amada que já não se faz presente: devemos agradecer por todos que entram, mas também pelos que saem da nossa vida. :))
Um abraço forte nos presentes, novos e antigos.
5 de agosto de 2013
V de visão.
Pelo visto vou ter que voltar pra mim.
Pelo visto estou voltando sem querer
quando vi, quis.
Visto que sou minha voltei quase toda.
Pelo visto minhas mãos estão se fechando
tenho visto meu coração auto cicatrizar.
Tenho visto o frio e sentido a geada cristalizar.
Aí visto minha melhor indumentária:
O amor
que é visto em mim a sair pelos poros.
Por mim. E por ele também. E por nós.
Quem faz vistoria no meu ser é a paz
veja por dentro (ou em volta).
Faça vista fina à sua verdade.
Facilmente minha aura se tornou vistosa
vista meu coração e venha pra dentro.
Estou voltando pro lugar de onde nunca saí.
Pelo visto estou voltando sem querer
quando vi, quis.
Visto que sou minha voltei quase toda.
Pelo visto minhas mãos estão se fechando
tenho visto meu coração auto cicatrizar.
Tenho visto o frio e sentido a geada cristalizar.
Aí visto minha melhor indumentária:
O amor
que é visto em mim a sair pelos poros.
Por mim. E por ele também. E por nós.
Quem faz vistoria no meu ser é a paz
veja por dentro (ou em volta).
Faça vista fina à sua verdade.
Facilmente minha aura se tornou vistosa
vista meu coração e venha pra dentro.
Estou voltando pro lugar de onde nunca saí.
1 de julho de 2013
O Jardim Secreto.
http://www.youtube.com/watch?v=DIj_pYHRr7o (Play)
Todos me veem (ou não) e não vejo ninguém. O dia amanhece da cor da pele de um surrealista que eu encontro deitado num sofá perdido pela grama.
São encontros de finais de corredores de jardins secretos. Seletos e mistos.
Fazem bem pros olhos, pro ego, pra inspiração.
Inspira, expira, respira. Suspiros.
De arte. De liberdade, emancipação.
De soltar os ganchos do chão de qualquer ser encantado que já quase flutua.
Sucumbo à beleza, a discos voadores e ausência de regras. Disco e mudo.
Viro o disco.
Não entrego nem garanto. Pois o mundo não seria tão fascinante sem presentes do universo pra partes específicas (e especiais) de nós mesmos.
Numa música bonita, vive a minha mente a mergulhar. Nesse país das maravilhas.
Que orbita por aqui.
"Não quero nunca renunciar à liberdade deliciosa de me enganar."
Che.
Todos me veem (ou não) e não vejo ninguém. O dia amanhece da cor da pele de um surrealista que eu encontro deitado num sofá perdido pela grama.
São encontros de finais de corredores de jardins secretos. Seletos e mistos.
Fazem bem pros olhos, pro ego, pra inspiração.
Inspira, expira, respira. Suspiros.
De arte. De liberdade, emancipação.
De soltar os ganchos do chão de qualquer ser encantado que já quase flutua.
Sucumbo à beleza, a discos voadores e ausência de regras. Disco e mudo.
Viro o disco.
Não entrego nem garanto. Pois o mundo não seria tão fascinante sem presentes do universo pra partes específicas (e especiais) de nós mesmos.
Numa música bonita, vive a minha mente a mergulhar. Nesse país das maravilhas.
Que orbita por aqui.
"Não quero nunca renunciar à liberdade deliciosa de me enganar."
Che.
27 de junho de 2013
Hoje.
Abro meus olhos pro que é real
Irreais são os ideais. Agora eu vejo.
Se o coração ameaça desalinhar, me enxergo. Equilibra. É que libra tem esse costume.
A mão da agonia que ameaça apertar na altura do estômago, está fraca. Pobre força. O dia é claro e foi a luz do sol que abriu meu sorriso hoje. E ela, a pequena garota azul.
Há uma parte realmente engraçada onde eu não tenho vontade de pôr a voz através da garganta e deixo estar assim . Assim como meus dedos se recusam a produzir qualquer tipo de palavra que for direcionada a esse momento.
Esse meio dia, a meio-dia e alguns muitos minutos e daqui há dois, será a hora do amor. Que eu não sinto, por um simples desbotar de sentimento e manutenção . Mas que celebro, mantendo no calendário de poucas datas especiais, os amores puros e refrescantes.
Irreais são os ideais. Agora eu vejo.
Se o coração ameaça desalinhar, me enxergo. Equilibra. É que libra tem esse costume.
A mão da agonia que ameaça apertar na altura do estômago, está fraca. Pobre força. O dia é claro e foi a luz do sol que abriu meu sorriso hoje. E ela, a pequena garota azul.
Há uma parte realmente engraçada onde eu não tenho vontade de pôr a voz através da garganta e deixo estar assim . Assim como meus dedos se recusam a produzir qualquer tipo de palavra que for direcionada a esse momento.
Esse meio dia, a meio-dia e alguns muitos minutos e daqui há dois, será a hora do amor. Que eu não sinto, por um simples desbotar de sentimento e manutenção . Mas que celebro, mantendo no calendário de poucas datas especiais, os amores puros e refrescantes.
23 de junho de 2013
Laços.
Bem estar invadindo o corpo...
Bem-querer, bem-me-quero.
E me quero mais do que qualquer um que queira.
Respiro a manhã e ela entra pelos poros.
A manhã, amanhã (hoje), de manhã.
Tudo o que eu quero. Nada mais.
Mais amor. Sempre.
Próprio, fraterno, romântico...
Quero.
Pernas que saibam entrelaçar cientes da complexidade das minhas.
Lace. Entrelace. Não dê nó.
Nó de marinheiro, rum de pirata.
Solitude. Muito amor na mente, reluz.
Vagalume bailarino de nuvens, pisando-as... apreço.
Auto-apreço-respeito-amor.
A música toca doce pelo meu merecer. Por minha presença.
Expectativas incineradas antes da explosão me fazem sentir o peito agridoce e livre.
Só um, só eu. E muito.
Metamorfose cardíaca, desfalecimento tardio. A vontade é minha e a força também...
Faço.
Estar apaixonado por si é estado sublime, poder, liberdade e merecimento.
5 de junho de 2013
12/05/13
Tentaram me ensinar há menos tempo que existem histórias de amor que perduram e mantém o sentimento imutável por longo tempo. Existem de paixão também. Existem também as de peles que se adoram.
Seja qual for o motivo, essas histórias sem fim aparente se mostram no esbarrar dos corpos, no calor diferente, no atrito das peles, nas mãos perdidas. Percebe-se esse tipo de história nos debates contraditórios de quaisquer questões e no concordar tão doce de outras tantas, sempre sem explicitar a (o) real.
É um fingir delicioso, vestido até o fundo de ciência e verdade.
E nós entendemos bem isso onde nossas pernas entrelaçam e são fortes. Onde nosso ritmo e físico são semelhantes (sincrônicos, pra falar a verdade).
E nós entendemos isso nas suas idas e vindas e idas repetidas, me ensinando que existe (e existe ir e vir por dentro, também). Que depois de certo tempo por perto, a história volta a ser escrita e o melhor: recomeça de onde parou, sem amor romântico nem especial, nem outro tipo.
"Apenas" um gostar profundo e sorridente, embriagado, que me ensina ainda sobre paixão, não-amor, idas, vindas e idas quase definitivas.
"Não me digas não, porque..."
Seja qual for o motivo, essas histórias sem fim aparente se mostram no esbarrar dos corpos, no calor diferente, no atrito das peles, nas mãos perdidas. Percebe-se esse tipo de história nos debates contraditórios de quaisquer questões e no concordar tão doce de outras tantas, sempre sem explicitar a (o) real.
É um fingir delicioso, vestido até o fundo de ciência e verdade.
E nós entendemos bem isso onde nossas pernas entrelaçam e são fortes. Onde nosso ritmo e físico são semelhantes (sincrônicos, pra falar a verdade).
E nós entendemos isso nas suas idas e vindas e idas repetidas, me ensinando que existe (e existe ir e vir por dentro, também). Que depois de certo tempo por perto, a história volta a ser escrita e o melhor: recomeça de onde parou, sem amor romântico nem especial, nem outro tipo.
"Apenas" um gostar profundo e sorridente, embriagado, que me ensina ainda sobre paixão, não-amor, idas, vindas e idas quase definitivas.
"Não me digas não, porque..."
Assinar:
Postagens (Atom)