19 de setembro de 2011

Numa boa...

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Foram as cores, na verdade, que me colocaram pra pensar.
Não precisava ser a minha cor preferida. Enfim, consegui voltar a escrever com dor de cabeça, cansada e com a folha deitada, fato inédito.
Mas aquelas cores, porque não é só uma, me tiraram da zoninha de conforto medíocre em que eu me meti. A única tristeza é saber que o medo que eu acabei de vencer, o aterroriza. E eu cansei de ser mais corajosa que. Tenho coragem por mim e me basta. Cansei do medo e das pessoas que o carregam.
A sorte dele são as cores que nasceram com ele, minhas cores queridas, que me fazem derreter. Não basta um homem ser um homem, ele tem que ter as cores certas e só vale se já nasce assim.

Ele tem, também quero ter.
Dificilmente desejo ter alguma coisa, geralmente elas estão vivas e quanto mais omissas, mais me movem e mais quero tê-las, zelar e mantê-las lindas e mais vivas.

Incerto, parece profundo mas não é. Parece difícil mas não deve ser. Quem quiser apostar, rezar, tentar atrapalhar, sinta-se à vontade.
Eu só quero esperar seguindo esse fluxo colorido.

7 de setembro de 2011

Detesto descobrir as pessoas depois de elas irem embora, quero conhecê-las enquanto elas estão.
No mais, a culpa não é minha... é do senhor de todas as coisas, quem decide é ele e ponto final.
Enquanto isso, coloco minhas próprias reticências e vivo na suavidade que criei dentro do peito.

28 de agosto de 2011

Pena.

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Mulheres boas só sofrem por caras maus. Triste fato que acontece muito na vida das melhores mulheres do mundo. Falta hombridade nesses homens tão pequenos pra libertar os corações aflitos de mulheres que ainda estão cegas, mas sabem que merecem o ouro do fim do arco-íris.

No seu caso, é pior ainda. Te falta tudo o que um homem precisa ser e ter pra ser um homem de verdade. Hombridade não é nada perto do mínimo que se podia ser pensado e repensado antes de machucar alguém. Me disseram que é coisa de psicopata, me disseram que é pra eu ter pena.
Não tenho pena, nem medo de psicopatas do amor... só me fervem o peito e os olhos, ver tanta maldade e selvageria com algo que é tão bonito e puro, como isso que mora aqui dentro.

Você não sabe quem é você, nem quem quer ser e muito menos o que quer. Não tenho pena e não vou ter até o dia em que não sobrar nenhum tipo de sentimento.

25 de agosto de 2011

A mulher mais forte do mundo.

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Enquanto há minutos atrás, eu cravava minhas unhas douradas num ombro dela e molhava o outro, ela me dizia que nunca havia conhecido uma mulher tão jovem e tão corajosa como eu.
Que no meu lugar, outras pessoas não segurariam a barra, não meteriam a cara pra saber se é bom, como eu faço. Que talvez eu me cobre demais, porque sou muito mais do que isso tudo o que eu penso, que eu sou mais que o mais.
Será que só a mulher mais forte do mundo consegue me enxergar desse jeito? De qualquer forma, estou orgulhosa de mim, ninguém sabe mais do meu ser do que ela.

21 de agosto de 2011

desabafo.

Foi até engraçado você me dizendo que não precisava segurar a onda agora, que eu podia extravasar e mostrar explícito meu sentimento (como eu sempre fiz) e eu ouvir aquilo sem dizer nada. Agora eu digo, que foi no MÍNIMO engraçado. Quanta hipocrisia e tristeza. Você trocando de lado comigo, querendo ser o coração e me dando a mente... Eu não quero! Não mais!
Mesmo que eu desejasse mais que tudo nesse dia, estar com você debaixo das cobertas, com a cachorra vendo um filme nada a ver e achando lindo, eu estaria. Eu não estaria porque você não é você, porque eu já disse que você não entende nada de ser alguém ou alguma coisa pro mundo.
Você só espera, sem fazer por onde, que a recompensa por nada que você faz caia no seu colo.

A minha dor no pescoço vai embora junto com todo sentimento depositado nesse texto e nos seus ouvidos. 

15 de agosto de 2011

Por: Bernardo.

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Em conversa sobre o último texto...



"Você é o SOL.
Sinta-se importante
Deixa ela ser o MI
E sinta DÓ pelo que ela FÁz"
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O Bê é super querido e escreve aqui: http://thinkingsquirrel.wordpress.com/

14 de agosto de 2011

zzzzz....

... e de repente ela grita ao telefone com aquela voz esganiçada que a maioria das pessoas carentes, más e histéricas tem.
Na hora, além da dor na mente, vieram vários machucados e raiva. Mas depois tive algum tipo de compaixão involuntária e sinto pena da pequena má.

Não se usam mais de duas letras pra descrevê-la, não se faz necessário, MÁ e ponto (.)

E eu continuo lá sentada, na dúvida de se sou masoquista e gosto que enfiem o dedo nas minhas feridas abertas, ou se sou só boa demais pra cortar o pseudo-psicológico-cordão umbilical que foi criado por mil tabus.
Talvez ela precise de um pouco da minha energia para realizar seus feitos e só.

SÓ e MÁ.

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ps: Cuidado ao julgarem a pessoa a que se refere o texto, porque pode haver confusão e trocas.

8 de agosto de 2011

Narciso-indeciso;

Essa barba que você tem, com esses olhos pequenos, quase me fazem esquecer que é tudo máscara pra um ser humano frágil e recém-nascido. Tive, tenho... vontade de te esconder de tudo o que é mau no mundo, porque no fundo (ou pode ser só aquela minha bondade) você é uma densidade de sentimentos lindos e horrorosos, como todos nós.
E essa casca de ferro não combina com você, talvez convença á algumas mulheres, alguns amigos... mas quando você me olha com a cara cansada e os olhos vermelhos, não acredito de jeito nenhum nesse mundo paralelo que as pessoas como você criam pra "sobreviver".
Se eu não tivesse me metido nessa mescla toda de cuidado e carinho, tentaria algo pra te acordar, talvez você acorde por pessoas que usufruem de você, achando que é recíproco... mas dessa forma o tempo se estende e eu queria tanto que acabasse logo.
Pode ser divertido isso tudo, pode ser agora e depois, bem depois... mas na minha mínima experiência, sei que passa e quando passa machuca mais que a falta de ser e ter agora.
Só não consigo te mostrar isso tudo, porque você anda bem ocupado com máscaras, cascas e (des) ilusões momentâneas que só pioram na insistência de viver como a maioria.
Ainda te mostro, com todos os detalhes isso tudo.

ps: O título é de um conto de Miguel Marvilla

7 de agosto de 2011

Coisa de bobo.

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Ás vezes me sinto uma boba perto de tanta gente "esperta" (eufemismo pra MÁ), mas logo me lembro que tenho muita gente boba do meu lado me protegendo. Tô com medo, um medo enorme, mas que não é maior que eu.